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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Simples como marcar um gol.

Hoje estava almoçando e assisti na TV uma matéria sobre um massagista, que invade o campo e impede o time rival de realizar um gol, o qual seria decisivo no campeonato. Fiquei me perguntando, se fazendo isso ele ganharia alguma coisa e até que ponto pessoas estariam dispostas a entregar suas vidas por algo sem lógica. Bom... pode ter lógica para outras pessoas, mas ainda não consegui encontrá-la.

Lembrei do tempo de escola e dos dias de educação física. Recordo que a única atividade naquela época era jogar bola. Não tinha mais nada entre os garotos que não fosse correr atrás de uma bola. Eu não gostava de futebol, quer dizer, continuo não gostando. Já as meninas gostavam de jogar queimado. Eu gostava de queimado mais que futebol. 

Eu gostava de desenhar, mais que jogar queimado na verdade. Não sei por que a escola não investia na atividade preferida de cada aluno. Agora vejo que, por não ter um dia da semana para desenvolver minhas habilidades, meus cadernos tinham mais desenhos que deveres. Teve até uma época em que gostei de futebol... na época em que a seleção foi tetra. Na empolgação da molecada, lá na casa de minha avó, até que deu pra curtir aquilo. Mas também só durou os dias da copa mesmo. 

O SESI era tipo um quartel infantil. Todo dia cantávamos o hino nacional levando Sol na cara antes da aula. Eu não gostava nada daquilo, mas era criança, né? Não tinha como virar a carteira na sala de aula e pular o muro. rsrs 
O couro já comia em casa se a gente derrubasse uma colher no chão, imagina dar um fuck you na frente da professora.

Tão bom ser diferente! 

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